sexta-feira, 12 de março de 2010
segunda-feira, 8 de março de 2010
quinta-feira, 4 de março de 2010
O poder da gratidão
Norman Vincent Peale, conhecido conferencista americano afirmou que "ser agradecido faz todas as coisas melhores". Desde que ouvi esta frase tenho pensado na sua validade e de forma muito clara tenho percebido como ela é verdadeira: pessoas murmuradoras e que vivem na rua da reclamacão parecem atrair penúria e escassez para suas vidas, ao passo que pessoas gratas tendem a se tornar eficientes e bem sucedidas naquilo que realizam.Não estou muito certo, mas creio que isto se dá porque pessoas agradecidas focalizam nos alvos, oportunidades e naquilo que é melhor, enquanto que outros, que gostam de transitar pelas avenidas da reclamação, da lamentação e do descontentamento focalizam no lado ruim da vida, parecem ver se cumprindo nas suas vidas o antigo ditado que diz: "o mal que temia, este me sobreveio". Pessoas descontentes e ingratas tendem a se isolar e a encontrar dificuldade em encontrar parceiros e amigos, afinal, ninguém sente prazer em estar ao lado de gente mau humorada e negativista.
Algumas pessoas são intragáveis, do tipo que dá azia em pacote de sonrisal. Pessoas assim arrastam suas vidas com grande dificuldade e transformam a convivência em algo pesado e complexo. A ingratidão é um câncer na alma.
Grandes homens vivem encharcados de sonhos e projetos, Olham além de si mesmos, compartilham sua vida, reconhecem os outros e os apreciam. Paixão e contentamento tornam-se marcas de suas vidas. Seus sonhos inspiram outros e os levam à obtenção de seus alvos.
Duas definições de gratidão nos ajudam a entender o seu significado. Dostoievsky, um genial escritor russo afirmou que "gratidão é a memória do coração". Acho esta definição bastante significativa. Pessoas gratas foram tocadas na sua memória e afetos. Uma definição do poeta Moacir Bastos é igualmente sugestiva: "Gratidão é o amor contemplando o passado". Gente grata tem memória para reconhecer aqueles que o ajudaram. É capaz de expressar e revelar isto. Nestas duas definições vemos dimensão de um coração que focaliza no bem recebido e naquele que trouxe o bem e que não esquece de expressar o sentimento que o acompanha.
Pessoas ingratas culpam os outros, desprezam os relacionamentos, reclamam das oportunidades e acusam Deus. Corações gratos olham para o passado com reconhecimento e honra. Corações ingratos usam a dor e o sofrimento como uma espécie de troféu: Usam as feridas para justificar seu fracasso, a ausência de entusiasmo com a vida e sua preguiça. Corações sem gratidão, atraem miséria e pobreza, infortúnio e tristeza. Sua leitura negativista da vida será usada para justificar a realidade de seu insucesso, e no final ainda vai se explicar dizendo: "nao te falei que a vida era assim?"Na Bíblia somos constantemente exortados a gratidão. "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus" (1 Ts 5.17). "Agrada-te do Senhor e ele satisfará os desejos do teu coração" (Sl 37.4). "Fazei tudo sem murmuração ou contendas". "Habite... a gratidão em vosso coração" (1 Ts 3.16).
Uma sugestão final: Que tal ser um pouco grato hoje? Comece com um telefonema para uma pessoa que revelou cuidado por você. Talvez você possa ampliar isto enviando um cartão, um pequeno presente, um buquê de flores. Gestos de apreciação... Que tal se hoje você ligasse para seu colega de trabalho, sua esposa, talvez...os pais, e falasse alguma coisa positiva. Afinal, ninguém suporta seu azedume, nem você mesmo está se aguentando... Que tal se você orasse hoje? (prática possivelmente esquecida), e dissesse a Deus que gostaria de agradecê-lo por tudo que você tem? Afinal, ser agradecido faz todas as coisas melhores.
FONTE: http://www.atitudejovem.com/
segunda-feira, 1 de março de 2010
Datas comemorativas: Março
02 · Dia Nacional do Turismo | |
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
“Berço das desigualdades” Prof. José Pacheco
Releio o “Berço das Desigualdades”. A cada voltar de página deste livro do Sebastião Salgado, novas imagens confirmam o título. As palavras do Cristóvão são tão concisas quanto discretas, e não reduzem o impacto das fotografias que legendam.
O olhar penetrante das crianças “desiguais” invade-nos e faz-nos crer que, somente por humana presunção, acreditaremos viver o tempo da História. Na verdade, habitamos a Proto-História do Homem. No tempo que nos coube em sorte viver, os homens dirimem os seus conflitos pelas armas. Matam em nome de um credo. Usurpam territórios em nome da paz. Edificam tribunais e prisões em nome da justiça. As frágeis e absurdas instituições do nosso tempo são reflexos de uma humanização precária. E a instituição Escola, concebida como berço de oportunidades, ainda é um “berço de desigualdades”.
O espaço público da Educação ultrapassou a exiguidade das paredes da sala de aula, mas muitos ainda não se perceberam dessa mutação. Por seu turno, as medidas políticas que visam reformar a instituição, são centradas em vícios institucionais jamais questionados, e sempre medidas avulsas. Sucedem-se decretos e despachos, decorrentes das conclusões de gongóricos relatórios produzidos por inúteis grupos de estudo. Acumulam-se no ministério e nas universidades dispendiosos “estudos”, que não logram ir além de óbvias e ressequidas “recomendações”.
Somemos à ineficácia dos políticos e “estudiosos” o papel nefasto dos opinion makers, que, impunemente, vertem nos jornais a sua ignorância. Bem nos avisava a Hannah Arendt: tudo quanto é real ou autêntico é atacado pela força esmagadora da «tagarelice» que irresistivelmente emana do domínio público, determinando cada aspecto da vida quotidiana, antecipando e aniquilando o sentido ou o sem-sentido de tudo. E não esqueçamos a febre dos rankings. Guardo-os no ficheiro das anedotas sem piada.
Vivemos imersos em diferentes culturas, mas as medidas de política educativa aplicam-se, indiferenciadamente, em todos os países. As realidades brasileiras são condicionadas por influências transnacionais, num projecto de modernidade ainda por cumprir. Aferimos o estado do nosso sistema educativo através de estudos comparativos, como se fosse possível reduzir a realidade a cifras, ou comparar o que é, diametralmente, diferente. As leis preconizam que se deve assegurar uma formação geral comum a todos, proporcionar aos alunos experiências que favoreçam a sua maturidade física e sócio-afectiva e criar condições de promoção do sucesso escolar e educativo a todos os alunos. Porém, convivemos com o “insucesso educativo” como se a expressão não fosse, em si mesma, paradoxal. Como pode a palavra “educativo” ser adjectivo da palavra insucesso?
Jovens portadores de desigualdades acorrem às escolas, por via de um processo de massificação. Tratando os “desiguais” como se fossem iguais, “em pé de igualdade”, como geralmente acontece, não apenas mantemos a desigualdade, como a aumentamos. Não fora a dedicação e o anónimo esforço de muitos e bons profissionais da educação, há muito, o neo-liberalismo teria extinto a instituição Escola, como empresa falida.
Ainda há quem resista, e quem me confidencie vivências que confirmam processos de exclusão. Eu escrevo, denuncio. Posso fazê-lo, porque exponho factos e não estou exposto a processos disciplinares, que ainda fazem calar muitas vozes. Como a do professor que me escreveu: A tristeza vem quando me deparo com a realidade das nossas escolas. Pergunto-me porque será que muitos professores resistem tanto a uma pedagogia diferenciada, quando, para mim e para tantos outros professores a sua pertinência é tão óbvia.
Foi a m mesma voz que relatou um incidente crítico, que me custou a digerir…
A colega dá-me licença? – E, sem aguardar resposta, a “colega” entrou na sala.
É o que faz deixar vir para a escola estes marginais lá do bairro! Tínhamos uma escola tão bonita e, agora …! – E vai de espetar um sonoro par de tapas num dos alunos “feios, porcos e maus”…
Grita um catraio da “fila dos bons”: Não foi esse que partiu o vidro, minha senhora!
Ai não foi? Então, pronto! Já fica com ela, para quando fizer besteria!
Na fila dos burros, onde vegeta o “desigual” contemplado com a bofetada, não há quem saiba ler o “quadro da belezura”, onde os caladinhos escrevem os seus nomes, no fim de cada aula. Nem o “quadro da feiura”, onde escrevem os seus nomes aqueles que não conseguem completar as suas tarefas escolares no tempo pré-estabelecido, ou que as terminam antes do tempo… e usam o restante em ameno falatório. Na fila dos “desiguais”, o “lixo da escola” – foi a expressão que eu escutei numa escola “igual”, há muitos anos – aguarda a hora do intervalo, espera o fim do dia, desespera.
Felizmente para os “desiguais”, nem todas as escolas são “iguais”. Creio na remissão das escolas, porque creio no potencial transformador dos seus professores. E acredito que a Escola há-de resgatar o seu papel de “berço de oportunidades”.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Frutos a serem colhidos:
INTRODUÇÃO: - Mensagem: Jo 4:34-38 O que aconteceria se vocês não tivessem ido procurar e achassem os frutos escondidos?? (Deixe elas responderem). Eles apodreceriam porque estão maduros. Assim como estes frutos existem várias crianças que estão no mundo, perdidas para Cristo. O diabo tenta escondê-las de Jesus, e Jesus envia a cada um de nós para ir buscar (colher, EVANGELIZAR) estas crianças.
I- OS FRUTOS MADUROS PRECISAM SER COLHIDOS
No v. 35 Jesus nos ensina que os campos já "branquejam para a ceifa". Isto quer dizer que existem várias pessoas, inclusive crianças, que estão clamando, suplicando, tentando encontrar a salvação, que somente há em Cristo Jesus, e não encontra quem pregue a Palavra de Jesus para elas. Neste momento, enquanto estamos aqui reunidos, muitas crianças estão morrendo, ou seja, apodrecendo, sem a salvação de Jesus e nós somos responsáveis por estas vidas. Isto é como se vocês soubessem dessas frutas que procuraram e as deixassem apodrecer sem fazer nada. Você pode até dizer que não gosta desta ou daquela fruta, ou seja, pode até dizer que não gosta do seu vizinho ou daquele colega de escola, mas você tem que ir lá falar de Jesus para ele pois foi o próprio Cristo quem mandou: Eu vos envie para ceifar...(v.38). Não temos o direito de escolher para quem vamos pregar o evangelho, temos o dever de pregar o evangelho a todas as pessoas (Mt 28-19:20)
II- OS FRUTOS MADUROS SOMOS NÓS
Todos nós somos frutos maduros. Alguns de nós já fomos ceifados (colhidos), ou seja, já nos tornamos crentes em Jesus Cristo. Outros, como você amigo visitante, está sendo colhido agora. O semeador, Cristo, está agora plantando a semente da salvação em seu coração, o ceifeiro, que é a pessoa que lhe convidou para este culto também já fez o seu trabalho. Mas, para que a colheita seja perfeita e completa é preciso que o fruto colhido aceite ser a "comida" de Jesus (v.34), ou seja, aceite o sacrifício de Jesus na cruz do calvário e creia na sua ressurreição tornando-se assim "uma nova criatura em Cristo Jesus" (II Co 5:17). Esta decisão, no entanto, cabe somente a você. Se você está aqui é porque você já está pronto para ceifa, por isso, não há desculpas para inventar mas somente recusar o convite de Cristo ou aceitá-lo como seu único e suficiente Senhor e Salvador e isto você deve fazer agora. Assim como boa parte de nós, você amigo visitante é fruto maduro, pronto para participar do banquete. Decida-se por Jesus agora, entre neste banquete e torne-se também um fruto salvo por Cristo.
CONCLUSÃO: A nós frutos maduros e salvos (crentes) por Jesus cabe entendermos que temos muito trabalho. A colheita está apenas começando. A vós, amigos visitantes, frutos maduros que caem em nossa igreja hoje, saibam que "o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido" (Lc 18:37), e quer que você o aceite como seu único e suficiente Senhor e Salvador, pois tanto Cristo como seu amigo que o trouxe para este culto querem se alegrar convosco (v. 36)


