
sábado, 26 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Dia da Juventude: o massacre a favor da consciência negra:
NATALIA DA LUZ, JB Online
JOANESBURGO - A Copa do Mundo favorece a celebração, especialmente em dia de jogo da grande anfitriã com uma equipe tradicional, forte e que promete fazer um belo espetáculo. A partir das 20h30 (15h30, de Brasília) África do Sul enfrenta o Uruguai, mas não é apenas a partida que faz do dia de hoje mais especial. Há 34 anos, ainda durante o apartheid, o 16 de junho entraria para a história do país, devido a um evento trágico.
Mas de 10 mil estudantes (recebidos a bala) foram às ruas de Soweto com cartazes que diziam: “Abaixo o Afrikâans”. Eles falavam zulu, xhosa, tsonga, sotho e as outras línguas locais desejando seguir devotos à própria cultura, sem a obrigação de aprender o idioma dos colonizadores. “Por que falar a língua de um povo que nos aprisionou? Já tínhamos que seguir muitas regras. Não podíamos freqüentar os lugares onde tínhamos nascido e aí queriam nos obrigar a falar afrikâans?”, perguntou o sul-africano Thebo Moklate, de 50 anos, que vive em Soweto, o cenário de um dos maiores massacres estudantis do período do apartheid. A foto de Hector Pieterson (de apenas 12 anos), morto após o ataque violento da polícia, ficou eternizada. Rodou o mundo, levando repúdio ao sistema implantado na África do Sul, que apenas naquele ano matou cerca de 700 jovens em protestos ao longo dos meses.
Steve Biko: o líder da Juventude
A revolta contra o governo foi influenciada por Steve Biko, um dos grandes ativistas sul-africanos e fundador do movimento Consciência Negra, proibido pelo governo após o massacre. Inspiração dos estudantes, Biko também foi o fundador, em 1968, da União Nacional de Estudantes Sul-Africanos tornando-se presidente honorário da Convenção dos Negros em 1972. Devido ao seu ativismo contra o apartheid em 1973, ele foi banido pelo governo, sendo proibido de se comunicar com mais de uma pessoa por vez. Nesse mesmo ano, a Organização das Nações Unidas considerou o apartheid um crime contra a humanidade. Mesmo assim, ele encontrava mecanismos de burlar o exílio para levar à mensagem de valorização da raça negra.
O propósito dele era que os negros entendessem que eles não eram inferiores, que eles poderiam sim ocupar cargos importantes na terra onde nasceram. O que se tornou realidade apenas após o fim do apartheid... A sul-africana Thefubi Mshane acredita que as ideias de Biko transformaram a percepção dos negros em relação às suas capacidades. As profissões de seus ancestrais sempre estiveram ligadas às atividades secundárias, cuja maior exigência não era a técnica ou a intelectual. Eles dificilmente conheciam um professor, médico, e principalmente um engenheiro negro. “Nós não tínhamos nem a possibilidade de sonhar em seguir algumas carreiras. Poucos conseguiam. Hoje, os jovens negros tem chances maiores”, disse a moradora de Soweto ao JB.
Poucos negros chegavam à universidade, e menos ainda saíram do país para estudar no exterior. Havia um abismo entre o potencial intelectual explorado entre brancos e negros. Isso já estava tão inerente, tão assimilado que dava a sensação de que o cenário seria permanente, eterno.
Sistema de ensino para os negros era limitado
Um cenário que era mudado pelo discurso autoconfiante de Biko que alimentava o ego desnutrido e raquítico dos negros. Vale ressaltar que desde 1955, o governo implantara um sistema de ensino específico para os negros, que tinha como lição principal ensinar que os mesmos eram inferiores. As aulas e todo o sistema orientavam os sul-africanos de pele escura para um mercado de trabalho não-qualificado. Muitas matérias foram excluídas, já que não eram necessárias à formação de um aluno negro. Os investimentos no ensino da população negra foram reduzidos drasticamente e os salários dos professores também. Milhões de negros protagonizaram esse abismo na educação do próprio país, que gastava com os negros um décimo do que era gasto com os brancos. As escolas dos negros eram muito precárias. Muitas não tinham eletricidade, nem água corrente.
Antes da tentativa de instituir o afrikâans, o governo tornou o inglês obrigatório nas escolas dos negros. Muitos se recusavam e não se esforçavam. E isso não era coisa muito antiga não. Na adolescência de Thebo ele viu muitos casos como até mesmo em Soweto. Nas áreas mais carentes e rurais espalhadas pela África do Sul ainda há muitos negros que não entendem bem o idioma. Grande parte desses não foi à escola, mas há os que simplesmente se recusaram aprender. De certa forma, o inglês foi uma solução para que sul-africanos, independentemente da raça, pudessem interagir com outros grupos. Mesmo a contragosto, os negros entendiam essa necessidade.
“Eles nos chamavam de kaffir, (expressão ofensiva direcionada aos negros como a versão sul-africana do níger), enquanto nós tínhamos que chamá-los de baas, (senhores em afrikâans). E depois disso, ainda tínhamos que conhecer a cultura deles...”, contou Thebo, que se recusa a falar um Hallo (Olá, em afrikâans), apesar de o seu maior ídolo saber muito bem a língua dos baas.
Como Mandela seduziu seus detratores
Conforme os movimentos de repressão ao apartheid foram se intensificando e as retaliações ficando mais agressivas, Mandela pensou que o melhor caminho para a África do Sul seria dar dignidade aos negros de forma pacífica, fazendo alianças e conquistando, aos poucos, seus maiores inimigos. Mesmo atrás das grades, ele exercia grande influência sobre o mar negro que se formava a cada protesto. Naquele momento, Mandela queria influenciar os brancos.
O jogo de sedução que durou duas décadas levou o primeiro presidente sul-africano negro a estudar afrikâans. Além da língua, ele aprendeu sobre seus gostos, costumes, medos e paixões. De opositor, ele tornou-se admirador de rúgbi, um conhecedor nato que intrigava até mesmo os brancos mais especialistas. Conhecendo a cultura do inimigo, Mandela pode se aproximar e se mostrar aos seus detratores. Ele tratava os policiais com gentileza e seriedade. Acabou criando muitos amigos desta forma e levou o sonho da democracia para seu povo.
Foi uma estratégia lenta que ofereceu um novo caminho para o banho de sangue que era esperado. Mas enquanto Mandela aprendia a língua dos afrikâaners, encarcerado na Robben Island, os jovens de Soweto repudiavam a sua obrigatoriedade iniciando uma série de confrontos que começaram no dia 16 de junho de 1976, deixaram mais de 700 estudantes mortos e milhares de feridos durante o ano.
Ídolo dos jovens, Biko era contra as lições de inferioridade dada aos negros por ordem do governo branco. “Ele queria que os negros tivessem a consciência de sua capacidade e que ocupassem importantes postos na sociedade”, falou Thebo. Mesmo exilado e vigiado 24 horas pela polícia, Biko influenciava, inspirava e conspirava a favor de uma África do Sul justa.
Em uma de suas escapadas, especificamente no dia 6 de setembro de 1977, Biko ele foi reconhecido em uma blitz e levado para a prisão. Durante dias consecutivos, ele sofreu inúmeras agressões. Em 11 de setembro, foi diagnosticado com uma lesão cerebral. Os policiais não o levaram para o hospital mais próximo optando pelo de Pretoria, que ficava a quase mil quilômetros da prisão na Cidade do Cabo. Biko morreu a caminho e o governo alegou que o motivo da tragédia teria sido a greve de fome. Uma inverdade que logo ganhou o mundo graças a um branco: Donald Woods.
Um branco a favor da juventude negra
Donald Woods era descendente britânico e sua família estava há cinco gerações na África do Sul, especificamente em Eastern Cape, que o ajudou na fluência em afrikâns e xhosa, já que a província reúne muitas fazendas de afrikâaners e a concentração do povo xhosa. Desde que o Partido Nacional assumiu o poder, o editor-chefe do Daily Dispach, veículo que seguia uma política anti-apartheid começou a questionar as regras separatistas. Ele rejeitou até mesmo a política de assentos na redação do jornal, permitindo que negros, brancos e coloureds sentassem lado a lado.
Porém, mesmo em desacordo ao regime, ele tinha um receio quando às idéias de Biko, que aos olhos do governo, eram revolucionárias e perigosas. Woods foi conhecer Biko e ficou extremamente tocado. Com exceção dos policiais, os brancos não conheciam de perto a realidade de seus conterrâneos, que viviam a margem de sua comodidade. Woods passou a experimentar esse lado sul-africano na companhia do líder negro. Logo os dois de origem tão distantes, de mundos tão diferentes começavam a falar a mesma língua. Woods se tornou um grande amigo e confidente de Biko.
E por isso ele tomou para si a responsabilidade de contar ao mundo o que, de fato, tinha acontecido ao amigo. Foi ele quem ordenou que seu fotógrafo tirasse registrasse o corpo de Biko ainda no necrotério provando que ele havia sido brutalmente agredido e que a causa de sua morte não era um suicídio por enforcamento, mas sim um terrível espancamento. Woods desmascarou a justiça sul-africana tornando-se consequentemente um grande inimigo do governo. Para Idah, que também vive em Soweto, o sul-africano se tornou um exemplo de luta pela igualdade. “Woods não era um branco como a maioria. Ele tinha mais sensibilidade e estava cansado de tanta impunidade. Certamente ele foi um dos que teve importância na luta contra o regime”, opinou Idah.
O jornalista foi para Londres onde conseguiu asilo político tornando-se um porta-voz do ativismo anti-apartheid. Espalhou pela imprensa mundial as fotos com as marcas no corpo de Biko e publicou um livro com a sua história, uma biografia do grande líder da Consciência Negra que leva o nome do próprio personagem. O retorno à África do Sul antecedeu as primeiras eleições democráticas do seu país. Nas eleições do dia 27 de abril, reconhecendo os seus esforços, a multidão que aguardava para votar, deu a ele um lugar de honra para que ele pudesse ser o primeiro a votar. Mas mesmo com as provas de Woods, o Ministério Público anunciou em 2003 (dois anos após a morte de Woods em decorrência de um câncer) que os policiais envolvidos não seriam processados. O Estado não se responsabilizava.
terça-feira, 15 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Dia dos Namorados:

Fonte:http://pt.wikipedia.org
Alerta: Infância deprimida

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quinta-feira, 10 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
sábado, 5 de junho de 2010
Meio ambiente:

O meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos.
O conceito de meio ambiente pode ser identificado por seus componentes:
- Completo conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural sem uma massiva intervenção humana, incluindo toda a vegetação, animais, microorganismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites.
- Recursos e fenômenos físicos universais que não possuem um limite claro, como ar, água, e clima, assim como energia, radiação, descarga elétrica, e magnetismo, que não se originam de atividades humanas.
O ambiente natural se contrasta com o ambiente construído, que compreende as áreas e componentes que foram fortemente influenciados pelo homem.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ecologia:
A Ecologia é a ciência que estuda os ecossistemas, ou seja é o estudo científico da distribuição e abundância dos seres vivos e das interações que determinam a sua distribuição e abundância [1]. As interações podem ser entre seres vivos e/ou com o meio ambiente. A palavra Ecologia tem origem no grego “oikos", que significa casa, e "logos", estudo. Logo, por extensão seria o estudo da casa, ou de forma mais genérica, do lugar onde se vive.
O cientista alemão Ernst Haeckel, em 1869, usou pela primeira vez este termo para designar o estudo das relações entre os seres vivos e o ambiente em que vivem.
A Ecologia pode ser dividida em Autoecologia, Demoecologia e Sinecologia. Entretanto, diversos ramos tem surgido utilizando diversas áreas do conhecimento: Biologia da Conservação, Ecologia da Restauração, Ecologia Numérica, Ecologia Quantitativa, Ecologia Teórica, Macroecologia, Ecofisiologia, Agroecologia, Ecologia da Paisagem. Ainda pode-se dividir a Ecologia em Ecologia Vegetal e Animal e ainda em Ecologia Terrestre e Aquática.
O meio ambiente afeta os seres vivos não só pelo espaço necessário à sua sobrevivência e reprodução, mas também às suas funções vitais, incluindo o seu comportamento, através do metabolismo. Por essa razão, o meio ambiente, e a sua qualidade, determina o número de indivíduos e de espécies que podem viver no mesmo habitat. Por outro lado, os seres vivos também alteram permanentemente o meio ambiente em que vivem. O exemplo mais dramático de alteração do meio ambiente por organismos é a construção dos recifes de coral por minúsculos invertebrados, os pólipos coralinos.
As relações entre os diversos seres vivos existentes num ecossistema também influencia na distribuição e abundância deles próprios. Como exemplo, incluem a competição pelo espaço, pelo alimento ou por parceiros para a reprodução, a predação de organismos por outros, a simbiose entre diferentes espécies que cooperam para a sua mútua sobrevivência, o comensalismo, o parasitismo e outras.
Com a maior compreensão dos conceitos ecológicos e da verificação das alterações de vários ecossistemas pelo homem, levou ao conceito da Ecologia Humana que estuda as relações entre o Homem e a Biosfera, principalmente do ponto de vista da manutenção da sua saúde, não só física, mas também social. Com o passar do tempo surgiram também os conceitos de conservação que se impuseram na atuação dos governos, quer através das ações de regulamentação do uso do ambiente natural e das suas espécies, quer através de várias organizações ambientalistas que promovem a disseminação do conhecimento sobre estas interações entre o homem e a biosfera.
Há muitas aplicações práticas da ecologia, como a biologia da conservação, gestão de zonas úmidas, gestão de recursos naturais (agricultura, silvicultura e pesca), planejamento da cidade e aplicações na economia.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Semana do meio ambiente:

Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado em 5 de junho. A data foi recomendada pela Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, realizada em 1972, em Estocolmo, na Suécia. Por meio do decreto 86.028, de 27 de maio de 1981, o governo brasileiro também decretou que neste período em todo território nacional se promovesse a Semana Nacional do Meio Ambiente.
Atualmente, a causa ambiental está sendo o centro de muitas discussões entre órgãos públicos, iniciativa privada, organizações não governamentais e comunidades locais. Tomar atitudes individuais em prol da preservação do meio ambiente é um grande passo nessa grande luta que se estende por todo o mundo, ajudando a desenvolver a economia e a qualidade de vida das pessoas.
A responsabilidade social tem impulsionado a cada ano a participação das Instituições, principalmente as educacionais que buscam difundir o conhecimento a cerca do Meio Ambiente em busca do tão sonhado desenvolvimento sustentável.
Datas Comemorativas: Junho
01 · Dia de Caxias
01 · Primeira transmissão de TV no Brasil
01. Dia da Imprensa
03 · Dia Mundial do Administrador de Pessoal
03 · Pentecostes
03 . Corpus Christi
05 · Dia da Ecologia
05 · Dia Mundial do Meio Ambiente
07 · Dia da Liberdade de Imprensa
08 · Dia do Citricultor
09 · Dia do Porteiro
09 · Dia do Tenista
09 · Dia da Imunização
09 · Dia Nacional de Anchieta
10 · Dia da Artilharia
10 · Dia da Língua Portuguesa
10 · Dia da Raça
11 · Dia da Marinha Brasileira
11 · Dia do Educador Sanitário
12 · Dia do Correio Aéreo Nacional
12 · Dia dos Namorados
13 · Dia de Santo Antônio
13 · Dia do Turista
14 · Dia do Solista
14 · Dia Universal de Deus
17 · Dia do Funcionário Público Aposentado
18 · Dia do Químico
18 · Imigração Japonesa
19 · Dia do Cinema Brasileiro
20 · Dia do Revendedor
21 · Dia da Mídia
21 · Dia do Imigrante
21 · Dia Universal Olímpico
21 · Início do inverno
24 · Dia das Empresas Gráficas
24 · Dia de São João
24 · Dia Internacional do Leite
26 . Dia do Metrologista
27 · Dia Nacional do Progresso
28 · Dia da Renovação Espiritual
29 · Dia de São Pedro e São Paulo
29 · Dia do Papa
29 · Dia da Telefonista
29 · Dia do Pescador